(Sobre o poema “A hora”, publicado no Instagram e Facebook): Meu poeta é pouco perante essa síntese de um ocaso... O que poderia ser uma farmácia inteira você me entrega apenas em um comprimido, como o próprio nome diz, está tudo ali... Após a ingestão dessa sua prescrição poética, eclodiu em mim um coletivo enumerável de sentimentos, emoções como se fosse uma ressaca marítima revolvendo tudo... Como estou agora? Grato por ter alguém nesse mundo capaz de nos brindar com essa arquitetura palavreada.
Não precisamos sentir nem olhar. Ter os versos tatuados em nossos corações, escritos com a maior delicadeza, com as penas imagináveis da sua sensibilidade, já diz que você passou por aqui. Raros, como uma pedra encontrada bem no fundo do mar ou aquela da Amazônia guardada sob séculos: quando a luz encontra as pedras, a emoção toma conta de todos, pois você já é uma pedra lapidada.
(Sobre Leblon, 1965): Seu livro está mexendo com todos os meus escondidos. Choro, sorrio, me embrenho, me emprenho, essa vida é mesmo poema. Poema novidadeiro. Chegadas, partidas, sobrevivências...
(Sobre Leblon, 1965): É muito lindo, emocionante, sua história tão belamente contada. Tudo muito delicado e forte. Vira e mexe a emoção me arrebatou. Muito obrigado pela sua obra. Biográfica e poética ao mesmo tempo, com coragem e beleza.
(Sobre Leblon, 1965): Esse é o seu melhor livro. Foi um jogo de emoções, chorei e ri muito. Muito legal você colocar a dor no início e o alívio no final. Muito bom. Adorei. Um livro cada vez melhor que o outro.
(Sobre Leblon, 1965): Como sempre escrevi, sua poesia me toca profundamente. Não estou lendo, mas sorvendo o seu livro em doses homeopáticas. Leio escutando como se você estivesse me contando poeticamente sua história, suas percepções sobre a vida. Sei que gosta do mar e acho incrível quando você o usa para falar da imensidão de si.
Ao ler imaginando seu discorrer, vejo-o no palco sob o foco de luz. Imagino as melodias que tocarão ao fundo, seus gestos, sua respiração e entonação. É um livro em que você conta sobre sua história, sua família, sua criatividade e fantasias. Conta-nos sobre sua introspeção ativa, observadora da dinâmica vivida e sobre imaginação fértil, leve e algumas vezes melancólica de uma infância trasbordante de vida. Me sinto convidada a recrutar minha imaginação e participar da realidade vivida pelo meu poeta predileto em sua infância. Me vi observadora atenta das brincadeiras de Paulo, do seu olhar e escuta atentos a todo instante. Me imaginei escalando o muro para ver o quintal do vizinho. Revivi a alegria quando o pai chega do trabalho. Minha mãe arrumáva-nos para esperá-lo chegar. Era o evento diário da minha primeira infância. Imaginei a sua empolgação ao arrumar o quarto com Suely. Em cada relato estou como espectadora. Algumas vezes me sinto convidada a partilhar da cena, outras me intrometo sem ser convidada. Fico a espiar. Sua história, me traz alegria. Evidencia uma imaginação gigante em um universo todo particular. Criamos realidades possíveis para sobreviver. Darwin e sua teoria sobre a evolução das espécies. Que conclusão genial!… Querido, amigo, ainda não terminei seu livro. Como disse, estou me impregnando dele. Na minha percepção traz uma leveza, mesmo que com uma pontinha de melancolia e hiatos. Se tivesse sido diferente, você não seria esse Jacinto Fabio. Nome forte! Hoje admiro mais ainda. Sr. Fabio era uma fortaleza e cheio de gratidão. Um ser humano digno, assim como você!
(Sobre Leblon, 1965): Fiquei muito emocionado com seu livro. Tivemos infâncias diferentes, nasci em Goiânia, meu pai morreu quando eu era novo etc., mas foi impressionante como vivi a sua infância com sua poesia-prosa e revivi a minha. Foi uma leitura muito impactante. PS: não consegui achar o prédio na Dias Ferreira...
(Sobre Leblon, 1965): Você fez um livro memorável, quero que saiba disso. Pode ter sido e sei que foi difícil escrevê-lo, mas ficou tão bonito o que você fez que me emociona toda vez que penso nele e em você, aquele menino tão sensível, aparentemente frágil, tão intensamente triste, tão quieto, que me faz lembrar de mim mesma. Todos nós temos uma história para contar, mas nem sempre o fazemos. Nem todos sabem contá-la. O que você fez foi majestoso. Mostra o poeta que você é, a pessoa que você se tornou, a doçura em lidar com momentos tão difíceis. Você estabeleceu um exemplo. Um exemplo para mim. Eu agradeço todos os dias ter chamado meu livro de “O jardim de jacintos de Madame Sosostris”, porque isso me trouxe você.
(Sobre Leblon, 1965): Livro forte, emocionante, poético.
(Sobre Leblon, 1965): Seu livro me emocionou muito. Li em dois dias. Estou relendo para sentir todas as emoções que você sentiu ao escrevê-lo. Sinto que foram muitas, imensas. Você é um gigante da literatura. Maravilhoso livro. Não há adjetivos para qualificá-lo, de tão bom que é. Parabéns. Parabéns. Parabéns.
(Sobre Leblon, 1965): CORAGEM, 1965.
O escritor e poeta mineiro Bartolomeu Campos de Queirós diz no seu livro Para ler em silêncio: “...Escrever é um pensar muitas vezes. É costurar, com fio frágil, o real e o sonhado. Escrever é deixar vir à tona a resposta que me falta”. A escrita do poema para Jacinto Fabio sempre foi uma forma de dar e encontrar respostas. Não é impunemente que ele escreve esse corajoso Leblon, 1965. Para ler esse livro é preciso seguir o roteiro proposto pelo poeta: começar pela primeira página e logo há um silêncio, a partir do título do poema “Eu e minha mãe”.
...Minha mãe, por se repetir tanto e tanto acabou flagrada pelo excesso. Se é que não morreu cansada de si.”
E pensar que as verdadeiras palavras não despertam só silêncios, mas ruídos. E há ruídos, muitos, nesse Leblon. Uma forma que o menino de olhos tristes, frágil, já buscava para se salvar. Ainda bem que ele teve dois grandes heróis na vida: o Super-Fabio, PAI.
Mesmo sendo fotógrafo de nascença meu pai soube ser vendedor de biscoitos e esperanças. Na vida, ninguém podia passar fome ou tristeza.
E um, sempre perto, o Paulo-Robin: Eueemeuirmão. Sempre fomos unidos até nos crimes mais hediondos. Chegou do colégio com os bolsos cheios de lápis de cera. Cheguei a sentir a dor da surra que levaria.
Não poderia terminar este roteiro de uma possível crônica falando dos grandes e tão fiéis heróis de uma vida inteira. Afinal, para Jacinto Fabio AMORES também podem ser: Batman amava Robin que amava Batman que amava Batgirl... Com o meu amor sempre, da irmã-amiga que já teve em muitas ocasiões o desejo de ser a Mulher-Gato.
“Leblon, 1965” é o novo livro do meu amor, do meu amigo, do meu editor e poeta da vida toda @jacintofabiocorrea. Desta vez não é um livro de poemas e sim de memórias. Mas as memórias são escritas e contadas em forma de poesia, não sei como ele consegue fazer isso. Uma lindeza e uma coragem sem fim. E ele ainda diz que eu é que sou corajosa….
(Sobre Leblon, 1965): Simplesmente lindo!
(Sobre Leblon, 1965): Acabei de ler o livro ainda agora. Adorei! Visitei muitos lugares da minha infância — fui ao cinema Drive-in; liguei a TV para assistir Perdidos no Espaço, Túnel do Tempo, Terra de Gigantes; me senti novamente a própria Penélope Charmosa; percebi que ainda sou apaixonada pelo Zorro. As balas Toffe levaram minha obturação de dente; voltei à cantina da escola; o mixto quente é uma delícia e continua escrito assim: miXto quente. Fui à carrocinha do Seu Severino e pedi dois picolés — Chikabon e o de manga; brinquei de pera, uva, maçã; procurei por meus patins, que eu dividia com meu irmão e sempre tinha que ajustar o tamanho, e Deus me livre se eu perdesse a chave de rosca! Papai Noel está em débito comigo desde que pedi uma Caloi vermelha e ganhei uma Monark verde. Velhinho fdp. Enfim, seu livro foi uma grande viagem no tempo, além da maravilhosa escrita, poética até nas linhas fortes que falam da mãe. Que grande escritor e poeta você é! Que privilégio ser sua leitora!
(Sobre Leblon, 1965): Seu livro é para ser lido com uma caixa de lenços de papel do lado (ou um belo lenço de cambraia bordado). Se isso é possível, te admiro hoje muito mais do que ontem e muito menos do que amanhã (perdão por roubar esse seu pensamento, mas acho ele muito lindo!).
(Sobre Leblon, 1965): Seu livro é perfeito, só tem dois defeitos, as orelhas muito pequenas e Holiday com 2 LL. E escrevi 6 poemas em resposta. Li tudo em menos de 6 horas. E me fez escrever sobre algo que nunca tinha escrito antes. Ri em muitos poemas, e alguns me deixaram triste, mas li absolutamente tudo. Está aprovado. Onde eu deixo de ler é onde o livro deixa de ser bom. Não aconteceu isso. Passou com louvor.